16 abril 2006

Poeta x Palavra

imagem: Sônia Menna Barreto


Perdi a linha do pensamento,
perdi por aqui
em algum momento.

Perdi o fio da meada,
entre vírgulas deixei escapar,
eta rima danada!

Escorrega entre meus dedos
e eu, cheia deles,
arrebato meus medos...
e cedo.

Dou minha mão à palmatória:
O final dessa história
é a palavra que desfia.

Clauky Saba
(com a palavra o poeta deve andar na linha...)

6 comentários:

Leandro soriano disse...

Olá Clauky passei por aqui para apreciar seu belo e criativo blog. Parabéns

Leandro Soriano

Luísa Mota disse...

Olá Clauky MágiKa...

...expões minuciosamente as franjas mais ilustres da palavra...e assim teces fios de poesia encantadora...

Bem hajas!

1 Bj*
Luísa

Clariana disse...

Chegando para conhecer teu cantinho...estou encantada!

Beijos da ClariANA

Gabrieluz disse...

sua saliva é poesia
que da boca escorre pelo canto

sera canto?

encante...

Bill disse...

O poeta se acha quando se perde a linha, quando ela se torna viva, pula, salta, corre e no final morre.

Perfeito

:**

Anônimo disse...

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